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Aug 4, 2008

Até breve a San Francisco

Our last coldest summer day.
Our last time wearing winter clothes in August.
Our last (and first) Ghirardelli Hot Chocolate.
Our last Clam Chowder.
Our last time in Coit Tower.
Our last goodbye to Union Square.
Our last frustrating foggy sky.
Our last day in San Francisco.


Aug 3, 2008

9 days left

You all know I'll miss California a lot, and we've started to say goodbye to things and people we'll miss most. From today until August 13th this will be for sure the main topic of this blog. People, food, places, stories, movies, everything that will be in our memories from our life in California.

Yesterday we went to Berkeley and I really don't dare saying "for the last time", just for the last time in August. We had an amazing dinner at La Mediteranee, but I have to say that the high moment of our night was tasting all those amazing ice creams from Ici. Gi [wrote] a post about it, so I won't do it again, but it was just marvelous.



This morning we went to the Farmer's Market, and I [wrote] about it months ago, when we were there for the first time and also to where we brought our parents and siblings. We both woke up this morning with the same idea: let's say goodbye to our two favorite crepes: Citron and Banana. This time it was even better, as now we had our neighbors to join us.


And speaking about neighbors. I know I've said this before, but I have to repeat it, probably because in Brazil we don't have this whole concept of neighbors being your best friends, going to coffee shops and spending hours and hours there together - oh yes, like Friends sitcom - or even watering their plants while they are on a trip and getting as a "payment" some super organic cherry tomatoes and corn from their garden.


10 minutes before writing this post they were here (home), watching a movie with us in the middle of cardboard moving boxes, having popcorn with red wine and talking about the social differences between our countries. I just can't get this out of my mind: will my NYC neighbors be this nice?

Jul 28, 2008

Great weekend

Muitas pessoas ficaram me perguntando sobre o que eu faria do meu final de semana enquanto o Felipe está em NY, mais precisamente na cidade perdida de Albany fazendo a prova do Bar.

Muita coisa. Muita mesmo que eu estou cansada e com sono às nove da noite. E, como sempre vindo de mim, grande parte dos programas - ou pelo menos das fotos - são gastronômicos. Brunch no francês, cafés italianos, strawberry zabaione, cupcakes de chá verde com chá de gengibre e jantar no mediterrâneo.




E os dias incluiram o restaurante [Chez Panisse] do livro [1000 places to see before you die] . O que ele tem de tão especial? Foi o pioneiro da culinária orgânica utilizando produtos locais. Comum? Imagine isso em 1971, onde os donos tentavam fazer com que a comida fosse com jeitinho e gosto de casa, tendo sempre os produtos mais frescos e gostosos. Resultado disso também é a divertida surpresa do cardápio, que muda a cada dia.



Mas claro que não só de comida se faz um ótimo fim de semana, fui a um festival de pipas divertidas na Marina de Berkeley, uma pena que o céu não ajudou muito, mas eu lembrei dos meus dias que eu ia empinar pipa na USP com minha mãe, pois lá não tinha fios perigosos.



Andei e andei e andei pelas ruas de Berkeley, comprei o yogurt local - opa, mais comida - andei de trem e metrô e, claro, tive também a companhia de pessoas muito especiais por lá, que vieram me buscar no sábado a noite.



Comendo como sempre.

Jul 19, 2008

ColdPlay

O show do [Coldplay] foi fantástico, entrou pra lista dos melhores da vida. Foi um conjunto de fatores, eles tocaram absolutamente todas as músicas mais famosas, não tão interessados em fazer do show uma divulgação do novo álbum, mas sim em ter seu público feliz e realizado. A apresentação do palco era linda, com a imagem da capa do CD ao fundo e como telão uma bola giratória com imagens da banda ao vivo.

Mas o que mais gostei mesmo - fora, claro, a [The Scientist] - foi a energia deles. Pulam, dançam, cantam, interagem com o público de uma forma rara e única, chegando ao ponto de ter um "mini-palco" brilhante no meio da pista, um comentário sincero: "S**t, I just screwed the end of this music!", borboletas coloridas e fluorescentes caindo do teto e também "Oh, I'm tired of being here, I wanna see what you up there see", e quatro doidos sairem correndo pelo HP Pavillion com guitarra, microfone, baixo (e seguranças desesperados) para o meio do público.

Foi essa energia maluca que passou para/por/em mim e tentei transmitir nesse post. E [Viva la Vida].

Jun 16, 2008

Berkeley II

Acho que eu já falei aqui sobre Berkeley. Faz bastante tempo, nem me lembro se a Gi já tinha chegado lá. Ah, sim, Gi = amiga de faculdade e moramos juntas em Campinas.

Feitos os devidos esclarecimentos, volto às minhas aventuras em Berkeley. E já deixo bem claro que não recebo nenhum incentivo financeiro ou gastronômico pelas referências que faço. Mas bem que podia, né?

Bom, tem um francês que eu adoro chamado Gregoire. Restaurante, gente. Ou melhor, não sei se posso chamá-lo de restaurante. O lugar tem um balcão com 2 bancos. Do lado de fora, há duas mesinhas, em cada um cabem mais ou menos 3 pessoas. E o que esse lugar tem de mais? O cardápio muda todo mês, eu sempre chego lá na esperança de pedir o que comi no mês anterior, e eles semprem me surpreendem. E claro, nunca vá lá sem comer as batatas puffs. É um purê de batata frito, com um salzinho na medida certa. Todos os pratos são feitos na hora, fresquinhos, orgânicos e muito saborosos.


A segunda dica se chama Love at First Bite. O lugar vende cupcakes. Só. Tem de tudo, chocolate, raspberry, mas meu favorito é o de chá verde. Uma surpresa divina! Mas para os mais tradicionais, os variados chocolates também foram aprovados.


Pausa na gastronomia, além do campus, a cidade é bonita. Uma caminhada pela 4th Street, pelo jardim de rosas e pelas ruazinhas para observar as pessoas mais loucas, esquisitas e que falam sozinhas é imperdível.


E aí, depois de digerir o almoço, uma parada numa sorveteria chamada Ici. Sorvete de Pistache com Rosas. Açafrão com chocolate. De Hochata (uma bebida mexicana), de Lavanda, Casca de Laranja... Nham! E tudo, como deveria ser em Berkeley, orgânico, feito no local por locais.


E o que achei lá??
Siiiiim! Forno de Minas e Guaraná! Há uma lojinha de produtos brasileiros que vende de tudo. Me senti num mercadinho de interiorzão, pequenininho, com Toddy, Amandita, Farofa, Maguary e Dadinho.

Jun 10, 2008

Verão na California

Precisa de algo mais? Agradável para dormir, solzão para o dia que dura até 8:30pm e nenhuminhazinha nuvem no céu. Ah, sim, piscina olímpica aberta das 6 às 8pm. Free.

Apr 30, 2008

Welcome to Castro

Sim! Fomos ao Castro. Um dos bairros mais famosos de San Francisco. Segue a descrição do nosso guia de viagens:

"World famous as the gay Mecca, the Castro draws gays and lesbians from all over the world, as well as visitors who just plain want something to tell the folks back home. Even with its rainbow-flag-waving, in-your-face style, the Castro is a friendly neighborhood that welcomes visitors of all stripes. Straight locals hang out here, too, mostly to shop the trendy boutiques and catch films at the truly noteworthy Castro Theatre. Streets lined with brightly painted Victorians make the Castro a good place to view the architecture for which San Francisco is famous."




Mas o que nós (eu e a Dê) achamos? Castro é divertida, limpa, organizada, fashion, bonitinha, sem ser exagerada. Imaginávamos algo um pouco mais explícito, mas nada acontecia muito a luz do dia à 1:00 da tarde, como em qualquer outro lugar dos EUA. Sejam gays ou héteros, não se vê beijos ou abraços como no Brasil. As lojas são divertidíssimas, com calcinhas e cuecas penduradas numa loja de cookies e roupas e mais roupas que eu nunca tinha visto. E não só coisas tão extravagantes como vocês devem estar imaginando (tá, eu achei uma fantasia de cookie hilária!), mas há jaquetas e tênis, por exemplo, da Adidas, Puma e outras marcas muito legais que não são vendidos em outras lojas.


Claro que foi inevitável acharem que nós duas éramos um casal, indicaram uma "super creperia, gays homens são a maioria, mas vocês serão super bem vidas por lá" e também nos informaram sobre um May Carnival que acontece no bairro no último fim de semana de maio. E como eu fiquei sabendo disso foi o mais divertido: o vendedor de uma loja falou que tem muitos amigos brasileiros pois faz parte de um grupo de samba. E ele esta "really working out" pois vai desfilar no carnaval somente usando penas vermelhas e uma sunga da mesma cor, frase que ouvimos três vezes.

Mais por uma experiência cultural do que pelo amor ao Carnaval, eu estarei por lá com minha infalível máquina fotográfica. Se eu for, conto pra vocês depois!

Apr 28, 2008

Dark and funny San Francisco

Antes de deixar a California, eu precisava conhecer os cantos sombrios e esquisitinhos de San Francisco. Primeiro convidei uma amiga, não tinha como ir sozinha a esses lugares exóticos e começamos o dia em Mission District.

Jeez, nunca vi algo assim. Uma mistura de Harlem estereotipado com a Sé e a sua extravagante quantidade de mendigos que tem por lá. Ao mesmo tempo, estava num mundo a parte, pois eu (EEEU!) falei em espanhol para pedir o cardápio de um lugar que tinha mais moscas do que muffins e que nos fez achar o cookie do Mc Donalds o máximo.


Entramos em uma loja para perguntar por um Starbucks, e segundo minha amiga: "Ask for a Starbucks is the most un-ask-able question! What a stupid question, looking for a Starbucks in the US." - eu adoro esse humor italiano, essa frase fica ainda melhor com o sotaque spaghettini.

Depois enfrentamos os hills de San Francisco, aquelas subidas e subidas, "a única cidade que depois de uma subida você anda por outra subida". Mas valeu a pena, pois novamente com a minha amiga italiana, andamos por uma região residencial linda, passamos por um parque com cachorros buscadores de bolinhas de tênis e fomos a uma Missão, a famosa de San Francis (sem [co]), origem do nome da cidade. E com toda a cultura, ela me explicou as histórias das basílicas, das missões e etc.


Depois de um passeio de bondinho, o dia continou por Little Italy, que por algum motivo desconhecido é chamado também de North Beach, mas ninguém soube explicar o porquê desse segundo nome. Almoçamos ali, comemos Panna Cota e Canoli sentadinhas numa mesa na calçadinha...



E qual a próxima aventura? Castro District! Se alguém conhece a fama, pode parar de ler por aqui. Se não conhece, segue a primeira linha da descrição do Wikipedia: "San Francisco's gay village is most concentrated in the business district that is located on Castro Street from Market Street to 19th Street.". Conhecer San Francisco sem ir ao Castro não é definitivamente conhecer San Francisco!

Mar 9, 2008

Snoopy e Stravinsky

A primeira vista, esses dois nomes não combinariam muito. Seja pela necessidade do espírito infantil do primeiro, ou pelo tom culto que o segundo transmite. Mas a gente deu um jeito dos dois caberem no nosso sábado.

Primeiro, fomos até Santa Rosa, uma cidade que fica a 2h de Palo Alto. O que tem lá? Muita coisa, mas o motivo da viagem foi mesmo o [Museu do Charles Schulz]. Eu já tinha uma super expectativa depois de ter visto o [vídeo] sobre a o museu, e tudo tudo superou o que eu esperava. Que Louvre nem MoMA que nada!


Por que esse museu é num lugar tão distante? Porque ele morava lá. Ele construiu o campo de baseball para as crianças da cidade. Ele almoçava todo dia assistindo às pessoas patinarem no gelo no Warm Puppy Café. E tudo isso explica os esportes favoritos do Snoopy.


Snoopy's Dog Dish

Cada canto do museu foi minimamente projetado e desenhado para que as pessoas se sintam bem. Não tem outra expressão melhor do que essa: eu me sentia feliz, uma criança ali. Tem várias tirinhas, uma sala para você explorar sua criatividade, um mural com a evolução do Snoopy, um painel com milhares de tirinhas, tudo é especial.

(a vista de perto do painel...)

(...e a vista de longe)

E lá tivemos ainda mais uma surpresa: havia um cartonista, o [Brian Narelle]. Calma, eu também nunca ouvi falar dele antes. Mas o mais especial foi toda a explicação sobre os cartoons, como se transmite a mensagem, a surpresa do último quadrinho.

e tinha até cartoons para leitura de banheiro!

Saimos de lá e fomos assistir ao "Stravinsky Project". Resumidamente, para celebrar os 125 anos do seu nascimento, um pianista russo elaborou um projeto juntamente com a Sinfônica de Stanford. Foi sensacional. Não só por ver a orquestra tocando, mas pelas explicações do momento de vida do Stravinsky em partes da música. E com um final surpreendente, onde assistimos ao [Firebird Suite] com uma apresentação de puppeteers e a orquestra tocando ao fundo. Esses puppeteers são marionetes gigantes controlados pelo movimento corporal de pessoas, muito expressivos. Sei que sou meio suspeita quando se trata de música clássica, mas o Fê também gostou, mesmo tendo pescado um pouquinho em uma das partes do concerto!

Feb 18, 2008

Brasilian-american bday

Yesterday we went to Berkeley to celebrate Jere's birthday. Hey, why am I writing in English? Because the majority of people that are in this picture won't speak Portuguese.


We had really good pão de queijo, lots of cheese, a Japanese dish, Finish stories, brigadeiro, some caipirosca and lots of fun!

Thanks, Gi and Jere!

Feb 16, 2008

A terra das bikes

Ontem eu estava lendo o guia da California em busca de algo diferente para fazer por aqui. Achei um museu muito fofo do Charles Schultz, o criador do Snoopy, Chalie Brown e companhia. Uma pena que ele fica um pouco longe daqui, em Santa Rosa, a 150km de Palo Alto. Tudo bem, esse entrou para um dos projetos e posts futuros.

Achei uma cidade a 10min daqui que se chama Woodside. Ela é famosa pelas trilhas de bikes e também por ser uma cidadezinha de moradores muito ricos e refinados. Mas tenho que dizer que eu fui conquistada pela descrição da super bakery que tem lá e fomos ver como era.

O guia falava que se você andar rápido demais na estrada acaba passando pelo centro da cidade sem nem perceber. Realmente, tudo cabia em um quarteirão pequeno, com o mercadinho, o prédio comercial com o consultório médico e um mini-escritório de advocacia e, claro, a bakery.


Almoçamos muito bem, o Felipe um super linguine com salmão e tomate seco e eu, um sanduba de peito de frango com brie. As sobremesas também eram lindas, e você escolhia naqueles balcões de padaria. E ali almoçando a gente entendeu muito bem a descrição da cidade feita pelo guia: na mesa ao lado, um casal super chique, a moça de terninho e o cara de terno e gravata. Do outro lado, ciclistas semi-profissionais. E a gente.

Feb 14, 2008

NASA

A [Nasa] pra mim sempre soou como uma coisa distante, algo criado numa sexta dimensão. Quando nos mudamos para cá, descobri que tínhamos entrado nessa sexta dimensão também, não só pela qualidade de vida e coisas inacreditáveis que a gente tem por aqui, mas porque uma base da Nasa fica a 14min de carro da porta de casa.

E eu descobri esses dias que o tour por lá era de graça.

Eu acho que o tour na verdade começa com a vista da estrada. Como eu estava dirigindo não tirei uma foto, mas de loooooooonge se vê um super duper angar, onde carros e até mesmo aviões parecem ridiculamente pequenos. É impressionante e, wow, assutador.

Lá dentro tem um museu muito menor do que eu imaginava. Acho que ele tem... uns 150 metros quadrados. No balcão de recepção ficam duas figuras SUPER simpáticas. O primeiro é um senhor que nos explicou um montão de coisa, até nos indicou alguns outros museus aqui na região e também passou um monte de informações. Super prestativo.


Depois, a senhora chamada Ellie fez o tour. O mais engraçado é que foi um tour para mim e minhas duas amigas. Só. Então a gente podia perguntar um monte de coisa, examinar o tempo que quisesse, olhar e até mexer em algumas coisinhas.

Eu aprendi um monte sobre as expedições, vi uma pedra lunar, uma marciana, entendi (mais ou menos, né?) o funcionamento de um tunel de vento, vi os protótipos mais doidos que sairam de idéias de origami e de Lego dos filhos. Também vimos sobre uma experiência com sapos e girinos no espaço, tudo isso observado diretamente dentro de uma cápsula de Mercúrio (o planeta) experimental.

Imaginem que os testes são feitos num avião que anda como se você estivesse em uma montanha russa, fazendo o formato de uma parábola, com quedas de 2.4km. Não a toa esse treinamento é carinhosamente conhecido como "vomit flight". Mas funciona, pois durante 37 segundos na queda não há atuação da força gravitacional.

Recomendo muito, pois está totalmente fora do circuito turístico da Califórnia, mas acho que em poucos lugares recebi um atendimento tão especial.


Essa foto não podia faltar, né?

Feb 9, 2008

de Young & Fine Arts

Mais um sábado em San Francisco!

No domingo passado eu fiquei com um gostinho de quero mais do Palace of Fine Arts. Isso porque o Exploratorium fica ali dentro, mas com o dia meio esquisito e cinza de manhã, acabamos nem espiando muito a região. Hoje voltamos e foi indescritível! Uma manhã de sábado num jardim ensolarado, criancinhas assustando os patos do lago, árvores de cerejeiras floridas e as casinhas de 6 milhões de dólares ao redor... Quer algo melhor?

Uma vez em SF, tivemos também a idéia de conhecer o Museu de Young. Não, eu não escrevi o nome errado. Ele tem esse nome em homenagem a um de seus principais fundadores, o "Sr de Young". O que mais chama a atenção é a estrutura gigante e grotesca, a primeira vista, do museu. Ele é todo de cobre, cheio de furinhos, no meio de um parque lindo e verdinho de mais de 4km quadrados. Mas depois da visita, eu achei ele lindo, ainda mais sabendo que ele foi inteiro demolido após o terremoto de 89 e reconstruído com os bons milhões de muita gente.

Palace of Fine Arts

de Young Museum dentro do Golden Gate Park

Observatório do Museu (no reflexo do vidro dá para ver os furinhos da parede externa)

e a volta para casa pela Hwy 1, estrada que passa pela costa da California

Feb 4, 2008

Fds em SF

O fim de semana começou com uma competição de nado sincronizado, evoluiu para uma Original Brewery, continuou num italiano super baladado e divertido, virou o sábado numa balada e terminou numa maratona de museus no domingo, com direito a brownie Godiva da Cheesecake factory, uma vista linda do Union Square e de Alcatraz e um céu azul em frente ao SFMoMA!

Jan 20, 2008

Nijiya Maruketo

Se você não leu o post abaixo (o da pimenta), leia e veja a ironia do destino.
Leu? Pronto, agora pode continuar.

Então sabe aquele inocente macarrão?

Toda a pimentaiada causou uma revolução aqui dentro. E aí entra a explicação do título do post. Sempre que eu ficava ruim, minha mãe fazia misoshiru (sopa de soja). E eu não sabia onde encontrar isso fora da Liberdade! Mas claro que os japoneses originais nunca sobreviveriam sem suas comidas, então depois de conversa com um casal de Tokyo achei uma rede de mercadinho japonês: Nijiya Market, ou na correta pronúncia, "Nijiya Maruketo".


Eu fiquei deslumbrada, não só com a quantidade de mercados na região, mas também com a variedade de produtos e os preços baratinhos (considerando ou não a conversão). E desse tipo de comida posso dizer que entendo, pois eu tive que importar ban-chá do Brasil porque não conseguia achar aqui! Mas o que mais me impressionou foram os produtos de limpeza importados! Eu queria muito entender o que está escrito para saber o que justifica as taxas de importação num upgrade de Veja-multiuso!


E as comidas prontas então? Milhões de tipos de bentôs (marmitas), produtos semi-prontos, bandejinhas de atum e salmão para sashimi, ovas baratinhas!!! Com certeza um lugar que irei em alguns dias, assim que eu melhorar!