Jan 22, 2008

Novos Vizinhos

Hoje estava eu voltando a pé para casa quando vejo o famoso casal de guaxinins do Escondido Village. Eles vivem por aqui, como eu, o Fê e nossos amigos da Noruega. O Fê já tinha falado deles para mim, mas acho que nas minhas correrias de bike eu sempre acaba assustando-os com o barulho. Hoje eu os vi, andando juntinhos. Um menorzinho, outro maior. Gordinhos e devagar. Muito fofos!


Bem naquela hora eu estava pedindo a receita de torta de batata para minha tia no telefone e gritei: "os guaxinins!". E ela me perguntou como são guaxinins. Parecem gatos quando acordam e ainda não se espreguiçaram, meio curvos, só que um pouco mais gordinhos!

Jan 20, 2008

Nijiya Maruketo

Se você não leu o post abaixo (o da pimenta), leia e veja a ironia do destino.
Leu? Pronto, agora pode continuar.

Então sabe aquele inocente macarrão?

Toda a pimentaiada causou uma revolução aqui dentro. E aí entra a explicação do título do post. Sempre que eu ficava ruim, minha mãe fazia misoshiru (sopa de soja). E eu não sabia onde encontrar isso fora da Liberdade! Mas claro que os japoneses originais nunca sobreviveriam sem suas comidas, então depois de conversa com um casal de Tokyo achei uma rede de mercadinho japonês: Nijiya Market, ou na correta pronúncia, "Nijiya Maruketo".


Eu fiquei deslumbrada, não só com a quantidade de mercados na região, mas também com a variedade de produtos e os preços baratinhos (considerando ou não a conversão). E desse tipo de comida posso dizer que entendo, pois eu tive que importar ban-chá do Brasil porque não conseguia achar aqui! Mas o que mais me impressionou foram os produtos de limpeza importados! Eu queria muito entender o que está escrito para saber o que justifica as taxas de importação num upgrade de Veja-multiuso!


E as comidas prontas então? Milhões de tipos de bentôs (marmitas), produtos semi-prontos, bandejinhas de atum e salmão para sashimi, ovas baratinhas!!! Com certeza um lugar que irei em alguns dias, assim que eu melhorar!

Jan 18, 2008

Por um mundo com menos pimenta

Eu não sei o que acontece com esse lugar. Por que tudo, absolutamente tudo, até um inocente macarrão ou uma pizza tem que ter pimenta?

Ontem fomos a um restaurante tailandês famoso por aqui. Eu já comecei a apelar e falar: "Sou MUITO alérgica a pimenta, o que você tem que não tem pimenta de jeito nenhum?" E sabe a resposta? Um prato com algas (nori), umas folhinhas esquisitas e shiitake (eu não sou japonesa nesse sentido, não como nenhum cogumelo). COMO ASSIM??

Ok, arrisquei o frango com macarrão que falaram que tinha somente um TOQUE de pimenta. Olha, se aquilo é o toque de pimenta... Tinha praticamente tanta pimenta quanto frango havia no meu prato!

Pois é, e como investigar comida faz parte da minha formação, lá fui eu. Há uma tese de que a influência mexicana e seus chilles teriam dominado a cozinha americana há muitas décadas e por isso, até hoje, a comida é apimentada. Mentira desvendada por uma amiga mexicana que me falou que não é tão assim e que ela também sofre em alguns restaurantes. O problema de algumas comidas mexicanas, segundo a sua teoria, é a inaptidão dos cozinheiros, que em vez de descartar a parte ruim da pimenta e usar somente a boa com aroma, usam tudo e fica forte demais.

Outra teoria que eu ouvi, muito melhor por sinal, é de que geralmente os cozinheiros são mão de obra barata, que não estão lá por aptidão, mas sim por necessidade. Isso também teria começado há anos, cozinheiros ruins foram abrindo seus próprios negócios e a pimenta conquistou a américa.

Agora uma coisa que eu não entendo: eu não conheço nenhum outro povo mais reclamão, que lutaria pelo direito de ter a quantidade de pimenta no prato que desejar e não pensaria duas vezes em devolver uma comida ruim. Então como as coisas chegaram nesse ponto??

Jan 17, 2008

A Brasilian wedding


[www.murillomedina.com.br]

that's how brasilian weddings are!

you dress up, nice hair and makeup 4 hours before the ceremony. By midnight everyone goes crazy, you have a funny thing around your neck, havaianas on your feet, Elvis glasses and too much champagne...

Now you've got to tell me, is there any better place to get married?

Post nostálgico

A vida de estudante é engraçada. A de estudante pós proletária então, mais ainda. Isso porque depois de estudar e trabalhar ao mesmo tempo (ou só mesmo trabalhar) é que a gente percebe a quantidade de coisas somente disponíveis das 8h00 às 18h00. Minha amiga dizia que shoppings, comércios e médicos deveriam funcionar em horários alternados aos de empresas e escritórios, pois era impossível manter uma vida saudável e divertida dessa forma. Ok, considerem que eu trabalhei no interior, e nem me venham os interioranos de plantão falar nada aqui, que fora de São Paulo é tudo lento e escasso, principalmente quando se saiu dessa cidade com tantas coisas. Pode ter de tudo, até sequestro, mas pelo menos eu tinha aonde ir de madrugada para comer um melão verde japonês e correr o risco de ser sequestrada!

Enfim, mas eu comecei esse post pra falar de coisas boas e não reclamar. E agora na minha vida não assalariada, eu procuro fazer tudo que mais pra frente não será possível. O quê?

- Comer qualquer tipo de comida. Tudo bem, se der aquele revertério no dia seguinte, eu posso largar tudo e ficar em casa, de molho, num dia de rainha.

- Equitação. Pois é, eu confesso que já tive muito medo de cavalo. Mas também sou um dos corações mais moles para bichos (eu salvava abelhas da piscina quando criança) e fiquei feliz da vida quando o cavalo fofo usou o meu moleton para coçar a cabeça, mesmo eu tendo ficado cheiiinha de pêlos. E a felicidade dele então, ao final da aula, ao me ver com a escovinha?

- Escalada de parede. Tá aí uma coisa que eu não sei onde faria no Brasil. Tá, escalada é fácil, vai pra Brotas, mas aulas em si, eu nunca tinha feito. Sempre confiei no ser que fazia os nós, sem nem saber como eram feitos.

- Japonês e italiano. Duas línguas que TODO MUNDO já me ouviu falar que eu queria aprender direito, e aqui aprendo com duas originais e de fábrica! Me considerava a meia-japonesa-meia-italiana mais fajuta do mundo! Porque batian, gorran e ofurô todo mundo sabe. E "piove", também.

Jan 13, 2008

Nossa big casa

Depois de inúmeras perguntas sobre a área da nossa casa, segue abaixo o super tamanhão dela. Podem ignorar toda a conversão de pés e polegadas para metros, acho que estava com muito sono e não pensei em ocultar essas células na hora que copiei como figura! As medidas de cada cômodo estão na última coluna antes da área!

Jan 12, 2008

Feliz 2008!

As mini-férias foram ótimas!
Muito chopp, pastel, empadinha, pão francês, churrasco, farofa! Festas de Natal e Ano Novo!
Por aqui, chegamos debaixo de chuva e dias feios, mas o tempo já melhorou e o céu azul e solzinho enganador voltaram para melhorar os 5-10 graus que faz!







Dec 15, 2007

Lake Tahoe


Heavenly:
Lindo, lindo, lindo.
De um lado fica o Lago (Lake Tahoe), do outro, o deserto.
Se você pegar o lift para a montanha, sobe pelo estado da Califórnia e desce pelo estado de Nevada!
A vilazinha que estamos é fofa, tem até cinema, que foi muito útil, pois as 17h já está de noite por aqui!

E minhas práticas de snowboard? Melhoraram de 0.5 para 4! Acho... pelo menos agora a grande maioria dos tombos são voluntários, quando só quero descansar um pouco. Consigo fazer curvinhas bonitinhas, mesmo com um roxo do tamanho de um kiwi na minha perna!

Dec 12, 2007

Closed for Holidays

Norwegian cookies


Back by Jan 10th 2008!
Feliz Natal!

Dinossauro de verdade

Estava eu hoje comendo meu iogurte matinal e assisindo ao jornal quando soltam uma manchete: "Compre um presente para quem já tem absolutamente tudo". Achei interessante e resolvi assistir.

Clique aqui e veja você mesmo. É um dinossauro que responde às ações dos humanos. Com o passar do tempo, ele pode adquirir uma personalidade, baseado no carinho ou nos mal-tratos que o dono faz. Dá até para colocá-lo para dormir! E você pode comprar um cartão (tipo de máquina fotográfica), baixar algumas coisinhas na internet e deixa-lo mais inteligente!

Ok, eu ainda não tenho tudo para sair ressucitando a Era Mesozóica... Alguém?

Dec 10, 2007

A habilitação

Depois de muito muito enrolar, usar a CNH brasileira, fomos finalmente ver as coisas da nossa carteira de habilitação californiana. Sim, infelizmente aqui isso funciona por estados e, se nos mudarmos para outro, teremos que fazer mais alguns processos burocráticos. Enfim, fizemos a prova teórica, onde tínhamos que acertar 85% da prova. Feito isso, perdemos o prazo para a prova prática. Conseguimos prorrogar o prazo para fazer a prova, que foi hoje. E, adivinhem: nós dois bombamos.

Primeiro, vale ressaltar. Se você, aos 18, 19 anos se revoltou com algum instrutor nas suas provas, não viu nada. Não que eles sejam malvados, mas eles simplesmente falam: "Eu só posso te dar direções, que serão esquerda, direita e ré. Qualquer coisa diferente disso, faz com que você seja automaticamente reprovada". Ou seja, para piorar, você tem uma múmia ao seu lado que só fala 3 palavras. Super tranquilizador.

A coisa mais doida aqui é que você tem que realmente parar o carro num sinal de Stop. Não é como no Brasil que você simplesmente tira o pé do acelerador e dá uma espiada básica. Aqui tem que ser mesmo o parar, se fosse um carro manual, partir da primeira marcha. Pois é, e com essa nóia de sempre parar, o Felipe parou justo no lugar que não podia. Bum!

E eu? Bom, para quem me conhece e sabe como eu dirijo, preparem-se. Eu bombei por dirigir devagar demais. Achei uma coisa meio estúpida, mas o limite de velocidade também significa a velocidade que se deve andar. E eu, apesar de nunca ter usado muito essa regra, sabia que no Brasil a velocidade mínima é 50% da velocidade máxima. Aqui não. E às 8h da manhã, depois de 6 horas de sono, eu consegui ter a capacidade de andar a 15milhas/hora (24km/h) numa região onde só tinha um monte de casinhas e eu deveria andar a 25milhas/h. Bum!

Janeiro vamos de novo fazer a prova. Dessa vez num horário mais descente.

Mais????

Às 10:36 da manhã recebo a seguinte mensagem pelo msn da minha cunhada:
"e qdo teremos histórias, hein?? trate de se inspirar e escrever tudo! apesar de tímidos vc tem vários fãs do blog". Vamos lá.


NY é pra mim uma cidade dos sonhos. Sempre pensava em NY nas cenas do "Esqueceram de Mim", desde a chegada pelo aeroporto gigante que é o JFK, o super hotel e, claro, a árvore de Natal. Engraçado que a minha primeira vista dela foi bem... normal. O contraste com os prédios ao redor é tão grande, que eu demorei para perceber que ela é realmente muito grande também. E os fotógrafos profissionais com suas barraquinhas em pontos estratégicos e toda aquela massa de policiais acaba um pouco com o clima. mas só um pouco! Pois andando alguns passos encontro um corredor na 5th Ave. com música ambiente e luzinhas natalinas! Depois, todas as pessoas ensacoladas para cima e para baixo! E todas as super e detalhadas decorações de natal, com bolas, bichos, luzes! tem até fila organizada com corrimão e tudo para ver uma vitrine de loja! E quando olho para cima... neve! Não o suficiente para acumular nem molhar os casacos, somente aquela coisa fininha e branquinha caindo!

Claro que também tem todos os programas divertidos! Tomar sopa com croissant num mega frio e sair andando pelas ruas. Aliás, isso também é outra coisa que para mim é total NY! Pessoas andando lindas e encapotadas, cachecóis e o cafézinho do Starbucks na mão para aquecer entre uma andada e outra! Mas que nada! Eu por equanto só consegui incorporar a parte encapotada, pois sempre tava totalmente descabelada, com o entra e sai dos lugares e o tira e põe dos gorrinhos! Haja condicionador e creminhos para desembaraçar tudo!

Mais NY

Columbus Circle

5th Ave

Central Park

Escada rolante de carrinho

Times Square (frio?)

Rockefeller Center

A árvore da Grand Central pendurada no teto

Meu prédio preferido

O segundo prédio preferido

A inspiração de Freud a seus pés

Dec 8, 2007

Como não falir em NY

- Faça um vôo com conexões. Quanto mais, melhor. Se tiver ainda a sorte de pegar um avião sem banheiro então! E nascido virado pra lua, você ainda pode ter a sorte de ter a mala rasgada pela companhia e ganhar um desconto de US$100 na próxima passagem.

- Não pegue um taxi saindo do aeroporto. Eu peguei um airtrain + subway saindo de JFK e aproveitei a viagem toda. É um jeito prático de conhecer vizinhanças que jamais iria ver e observar as pessoas no metrô. Demora 1h45, mas custa US$5.

- Hotel barato = US$400 vs. Albergue limpinho = US$40. A localização era boa, as instalações me surpreenderam. Se ficar no HI, sugiro (para mulheres) pedir pelo quarto 210. Ele é pequeno, com 4 camas e aconchegante. Se quiser conhecer mais pessoas, há quartos maiores, com 10 camas ou mesmo mistos. Eu conheci um grupo de escoteiras na primeira noite que eram super divertidas e foi muito legal para não sentir aquela saudade de primeiro dia de viagem. Mas tenha tampão de ouvido e máscara.

- Entender o metrô. Não demora tanto assim. Para quem fica doido com uma linha e três números ou letras, é só pegar uma versão ampliada do mapa. Cada estação tem as correspondentes linhas que param lá. Não tem erro. Passe semanal = US$24.


- Ande de metrô em todos os horários. Se vai para uma região que não tem (tá aí um desafio, achar uma região que não tem metrô), ande. Fácil assim. Ou pegue um taxi para andar poucos quarteirões. Mas só se for depois das 21:00.

- Vá até a rodoviária e pegue um ônibus para o outlet de New Jersey. Faça comprinhas básicas por US$10 em lojas muito boas, mas leve uma sacola para carregar tudo de volta. Passagem: US$10,50. O custo adicional depende do e$pírito de compra$.

- Enfrente a fila do TKTS (geralmente na Times Square, provisoriamente dentro do Marriot ali em frente) e compre tickets com 50% de desconto para shows da Broadway. Nem se preocupe pensando em qual, pois você terá toda a fila para decidir entre as opções. Mas dê preferência para dias de semana.

Mais NY vem depois.

Nov 29, 2007

Decoração natalina

A mesa de centro
(depois eu coloco uma foto melhor, essa tá desfocada)

O Tigrão que canta e abre a janela


Zoom na árvore






Nov 28, 2007

Coisas Natalinas

Eu sempre fui uma pessoa que adora Natal. Pelo menos eu acho que sempre fui, não lembro direito quando eu comecei a montar árvores, mas eu já enfrentei uma 25 de março em dezembro para poder fazer uma árvore, decorar a casa toda e montar a minha própria girlanda, com cola quente e tudo mais. Vai, isso é adorar coisas natalinas!

E que lugar melhor eu poderia passar um dezembro do que os Estados Unidos? Ir a uma simples Target (mais ou menos as nossas Lojas Americanas) nessa época é quase como colocar um algodão doce na minha mão! Todos aquele super mini fofos enfeites! Comprei uma árvore que vem com um vaso e luzinhas! Quem já montou uma árvore entende essas duas observações: porque tirar luzinhas é muito chato e cobrir aquele pé feio, super difícil.

Minha compra dos enfeites começou há provavelmente mais de um mês, roubando a frase da Lu, eu não queria uma árvore de shopping, toda padronizada. Além da saga pelos enfeites, também aprendi alguns enfeites com origami, bolinhas coloridas de papel, para prender na árvore. Ainda não está pronta, devo acabar entre hoje e amanhã. Então a foto fica para um próximo post.

Mas por que então eu simplesmente não esperei até amanhã pra escrever aqui? O principal motivo é a perda de inspiração. E essa inspiração veio da minha aula de "Biscoitos Alemães Natalinos".

Pois é, nem sempre o recado no msn que diz "fui pra aula" significa uma aula assim... Tão comum. E hoje, das 18:00 às 21:30, aprendi 6 tipos de cookies alemães. Eu achava que essa era uma tradição super americana, mas nossa professora contou que nesse próximo fim de semana eles começam a fazer os cookies. Eles passam TRÊS DIAS fazendo cookies, e o Natal tem diferentes celebrações durante dezembro todo. Por isso, o estoque de cookies começa agora. Se alguma informação aqui não estiver correta, os descendente pode me corigir!

Nov 26, 2007

L.A.

Durante o feriado do Thanksgiving, viajamos para Los Angeles. Decidimos fazer todos os passeios que não dependeriam de ter lugares abertos na quinta-feira, pois nos avisaram de que tudo tudo tudo estaria fechado. E estava mesmo. Não tinha uma lojinhazinha aberta, chegávamos nos lugares para comer e alguns americanos comentavam com os funcionários como eles eram azarados de trabalhar naquele dia. Eu por um momento pensei: "Se você não estivesse aqui, provavelmente ela também não estaria trabalhando. Mas enfim, né? O importante é que conseguimos fazer tudo, ou quase tudo, que queríamos.

Farmer's Market

Os lustres da Rodeo Drive

UCLA

Por do sol no pier de Santa Monica

Voltando a ser criança

Getty Museum

Essa pra mim foi a melhor supresa de LA. Algumas pessoas nos falaram: "Se eu tenho que sugerir algo, é o Getty!". Mas o melhor do lugar é andar em volta. Claro, ele tem muitas exposições lindas também (eu e meus Monets e Van Goghs), mas com um dia lindo como esse, o museu fica apaixonante!

Calçada da fama

Não poderia faltar, a quase invasão de uma propriedade pela foto.

Aquário de Long beach

Apesar de ser um aquário, eles tinham muitos pássaros também. Você podia entrar na gaiola, comprar um néctar baratinho e os pássaros todos vinham comer. Pois é, pra quem me conhece, isso é muito cara de Paula e lá fui eu. A minha cara de "iiiii!!" é porque tinha um quarto passarinho ali subindo nas minhas costas e piando muito alto perto da minha orelha. E claro, eu saí ca**da.

Nov 19, 2007

O tanque de gasolina

Quando você acha que está se acostumando com a cultura americana, vem alguém e Páft! na sua cara, com mais uma dessas coisas que só acontecem por aqui.

Eu e o Felipe ainda não nos acostumamos muito com o sistema self-service, popularmente conhecido no Brasil como "serve-serve", dos postos de gasolina. No sábado passado, paramos para abastecer o tanque e, um achando que o outro fez, esquecemos de tampar o tanque de gasolina e fomos embora. Abandonamos a tampa ali, em cima da bomba.

Alguns dias depois, uma luz esquisita se acende no painel. Eu até tirei uma foto com meu celular, procuramos no manual e dizia ser algo com a injeção ou possíveis problemas com uma gasolina. Gasolina, tanque, tampa... Você tampou? Não! Nem eu! PUTZ!

Na ida a SF neste fim de semana, achei melhor passarmos pelo posto, muito mais por desencargo de consciência, sabendo que mais de cem dólares seriam gastos em uma nova tampinha. Voltamos ao posto e lá fui eu na lojinha de conveniência perguntar pelo "gas tank cap".

- Olha, senhora, só tem essa daqui. Testa lá e ve se funciona.

E funcionou! O vendedor ainda ficou olhando para ver se entrava no tanque, dei um tchauzinho e um sorriso e fomos embora!

E a luzinha agora se apagou.